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| Vereadora França terá toda a família de volta à prefeitura. Berg Lima também nomeará familiares de Kita e dos outros 4 vereadores que o absolveram. |
A população de Bayeux foi presenteada com mais um capítulo da escandalosa novela de negociatas e roubalheiras em que o município está mergulhado, desde o dia em que a Polícia prendeu em flagrante o prefeito Berg Lima, com um envelope de dinheiro escondido na cueca, oriundo de propina exigida a um empresário local, como condição para liberação de pagamentos devidos pela prefeitura à empresa do cidadão.
Pela segunda vez, a Câmara Municipal de Bayeux passou um recibo de inocente para Berg Lima. Na primeira ocasião, o processo de cassação tinha como referência as acusações contidas no inquérito do flagrante de propina. Mesmo diante de todas as evidências dos vídeos fornecidos pelo GAECO e Ministério Público, o vereador Kita e outros, absolveram o prefeito propineiro.
Com base nas mesmas acusações, de pedir dinheiro a empresário, a mesma Câmara, o mesmo Jeferson Kita e outros, cassaram o mandato do vice-prefeito Luis Antonio, que se encontrava no exercicio de prefeito, em substituição a Berg.
Tudo para colocar no poder o vereador Nôquinha, então presidente da Câmara Municipal. Como o prefeito Berg estava preso e o vice foi cassado, a Justiça determinou que Nôquinha assumisse a Chefia do Poder Executivo. O acordão entre os vereadores envolvia a concessão de secretarias e centenas de cargos na estrutura da prefeitura para familiares e apadrinhados dos vereadores.
O clima de paz nessa organização criminosa durou cerca de 6 meses. Com a proximidade do término do mandato de Nôquinha como presidente da Câmara, a segunda parte da negociata previa que Jeferson Kita, eleito presidente da Câmara para o biênio 2019/2020, assumisse a prefeitura. Porém, o grupo de Nôquinha queria continuar. A rapadura estava muito doce.
Veio, então, a escandalosa decisão da Turma do STJ, determinando que o prefeito flagrado com propina na cueca reassumisse a prefeitura.
A Câmara, então, mais uma vez, ocupou o centro do debate, com o segundo processo de cassação de Berg Lima, já com base em outras acusações (falta de repasse ao IPAM e locação de veículos fantasmas).
Cassar Berg significaria uma eleição indireta para prefeito, onde o grupo de Nôquinha teria maioria para eleger qualquer um.
Assim, fez-se mais uma negociata. Berg prometeu mundos e fundos. Como só precisava de 6 votos para impedir a cassação, ofereceu secretarias e chegou a fechar negócio com 100 nomeações para cada vereador que votasse contra a cassação.
O resultado da votação: 11 vereadores votaram pela cassação do prefeito propineiro. Outros 5 parlamentares votaram rejeitando a cassação. E o voto decisivo, aquele que poderia determinar a cassação de Berg, veio em forma de abstenção. O presidente da Câmara, vereador Jeferson Kita, articulador e fiador do acordo com o prefeito e os outros 5 vereadores coniventes com a corrupção.
Dessa forma, o jovem vereador Kita, que chegou à presidência da Câmara Municipal, que foi o vereador mais votado na eleição passada e que pode, inclusive, chegar a ser prefeito, caso a Justiça condene em definitivo Berg Lima, preferiu jogar no lixo sua biografia. E não adiantou se abster, porque seu voto está sendo considerado como o único responsável pela absolvição do prefeito que envergonhou o município diante de todo o Brasil.
A recompensa para Kita virá logo, com a nomeação de familiares para secretarias e dezenas de outras nomeações de apadrinhados que continuarão a sugar os cofres públicos de Bayeux.
Uma vergonha.
VEREADORES QUE NEGOCIARAM A ABSOLVIÇÃO DE BERG:
- Kita
- França
- Guedes
- Netinho
- Cabo Rubem
- Lico
VEREADORES QUE VOTARAM PELA CASSAÇÃO DE BERG LIMA:
- Adriano Martins, Betinho da RS, Inaldo Andrade, Dedeta, Noquinha, Roni, Zé Baixinho, Adriano do Táxi, Josauro, Uedson Orelha e Luciene de Fofinho.
Pela segunda vez, a Câmara Municipal de Bayeux passou um recibo de inocente para Berg Lima. Na primeira ocasião, o processo de cassação tinha como referência as acusações contidas no inquérito do flagrante de propina. Mesmo diante de todas as evidências dos vídeos fornecidos pelo GAECO e Ministério Público, o vereador Kita e outros, absolveram o prefeito propineiro.
Com base nas mesmas acusações, de pedir dinheiro a empresário, a mesma Câmara, o mesmo Jeferson Kita e outros, cassaram o mandato do vice-prefeito Luis Antonio, que se encontrava no exercicio de prefeito, em substituição a Berg.
Tudo para colocar no poder o vereador Nôquinha, então presidente da Câmara Municipal. Como o prefeito Berg estava preso e o vice foi cassado, a Justiça determinou que Nôquinha assumisse a Chefia do Poder Executivo. O acordão entre os vereadores envolvia a concessão de secretarias e centenas de cargos na estrutura da prefeitura para familiares e apadrinhados dos vereadores.
O clima de paz nessa organização criminosa durou cerca de 6 meses. Com a proximidade do término do mandato de Nôquinha como presidente da Câmara, a segunda parte da negociata previa que Jeferson Kita, eleito presidente da Câmara para o biênio 2019/2020, assumisse a prefeitura. Porém, o grupo de Nôquinha queria continuar. A rapadura estava muito doce.
Veio, então, a escandalosa decisão da Turma do STJ, determinando que o prefeito flagrado com propina na cueca reassumisse a prefeitura.
A Câmara, então, mais uma vez, ocupou o centro do debate, com o segundo processo de cassação de Berg Lima, já com base em outras acusações (falta de repasse ao IPAM e locação de veículos fantasmas).
Cassar Berg significaria uma eleição indireta para prefeito, onde o grupo de Nôquinha teria maioria para eleger qualquer um.
Assim, fez-se mais uma negociata. Berg prometeu mundos e fundos. Como só precisava de 6 votos para impedir a cassação, ofereceu secretarias e chegou a fechar negócio com 100 nomeações para cada vereador que votasse contra a cassação.
O resultado da votação: 11 vereadores votaram pela cassação do prefeito propineiro. Outros 5 parlamentares votaram rejeitando a cassação. E o voto decisivo, aquele que poderia determinar a cassação de Berg, veio em forma de abstenção. O presidente da Câmara, vereador Jeferson Kita, articulador e fiador do acordo com o prefeito e os outros 5 vereadores coniventes com a corrupção.
Dessa forma, o jovem vereador Kita, que chegou à presidência da Câmara Municipal, que foi o vereador mais votado na eleição passada e que pode, inclusive, chegar a ser prefeito, caso a Justiça condene em definitivo Berg Lima, preferiu jogar no lixo sua biografia. E não adiantou se abster, porque seu voto está sendo considerado como o único responsável pela absolvição do prefeito que envergonhou o município diante de todo o Brasil.
A recompensa para Kita virá logo, com a nomeação de familiares para secretarias e dezenas de outras nomeações de apadrinhados que continuarão a sugar os cofres públicos de Bayeux.
Uma vergonha.
VEREADORES QUE NEGOCIARAM A ABSOLVIÇÃO DE BERG:
- Kita
- França
- Guedes
- Netinho
- Cabo Rubem
- Lico
VEREADORES QUE VOTARAM PELA CASSAÇÃO DE BERG LIMA:
- Adriano Martins, Betinho da RS, Inaldo Andrade, Dedeta, Noquinha, Roni, Zé Baixinho, Adriano do Táxi, Josauro, Uedson Orelha e Luciene de Fofinho.





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